segunda-feira, outubro 30, 2006

A Vida Familiar do Discípulo (Parte II)


Autor: Gustavo Custódio

Texto Base: I Pedro 2:11 e 12.

Introdução

O modelo apresentado na primeira epistola de Pedro 2: 11 – 12; mostra a relevância do comportamento cristão para testemunho entre os gentios. Não se ignorava que algumas famílias estavam desfaceladas pelo paganismo que dantes freqüentavam e se dedicavam. Os cultos gregos e as religiões de mistérios (de origem persa e egípcia) estavam estruturados em: liberdade sexual; sacrifício humano; relações múltiplas e abstinência.

O mundo de então e a sociedade de nossos dias são próximas nos agravantes familiares. Algumas crises atuais são: A falta de estrutura financeira; as separações; mães solteiras e a comunicação deficiente. Tudo isto envolve o principio de uma sociedade pós-cristã; onde os valores são até conhecidos e não praticados. O modelo cristão a qual somos convocados é o de ser exemplar, mesmo em meio às dificuldades que nos são impostas ou nos colocamos.

I. Finanças (I Timóteo 6:10)

O principio da administração financeira eficiente, tem como objetivo a mordomia cristã que consiste em:
· Trabalhar fielmente;
· Receber o justo pelo trabalho;
· Gastar o necessário;
Muitas famílias desconhecem este modelo cristão, pois a onda é:
· Trabalhar de qualquer jeito;
· Receber o Salário;
· Gastar mais do que devo;

Não existe uma vida financeira bem sucedida se não for estabelecido o critério de honrar a Deus com minhas finanças. A pergunta que pode ser feita é: Como posso proceder de tal maneira? Em primeiro lugar é necessário o princípio dizimal ( Malaquias 3: 8 – 12), a omissão deste principio é roubo e legalidade para a ação predativa sobre o que temos. Em segundo lugar ofertas de coração voluntário, caracterizada por um coração desprovido da avareza e investidor ou sustentador dos projetos da Igreja.

1.1. Planejamento (Lucas 14: 28 – 30)

O planejamento orçamentário não é uma prática comum nos lares brasileiros, são poucos que trabalham com previsão de gastos, e geralmente isto acaba redundando em gastos excessivos. É necessário para termos uma eficiência orçamentária entender que na relação conjugal não existe o meu salário e o teu salário; ambos convergem para o bem comum. O planejamento só terá resultados se ambos se comprometerem e respeitarem a planilha a ser feita.

Observe algumas dicas para o orçamento:
· Planeje a aquisição de bens juntos e em ordem de prioridades;
· Focalize o crédito junto às financeiras para ser benção;
· Quebre os cartões desnecessários;
· Tenha uma poupança fixa (todo mês iremos poupar 5% das entradas da casa);
· Não trabalhe com o orçamento no limite pois a gastos que nos pegam de surpresa (remédios; concerto do carro; imprevistos na casa e etc...);

Pense que quando administramos melhor, também podemos investir melhor. Optar por princípios que a família ache prioritário, como: Educação; Plano de Saúde; Aquisição de uma casa e outros sonhos que podem ser realizados. Outra forma de investimento é a solidariedade para com o próximo: socorro aos necessitados e investimentos em projetos sociais.

1.2. Vida Financeira dos Filhos (Provérbios 11: 25; Deuteronômio 28: 11)

É importante que a criança aprenda desde cedo a administrar o seu recurso. O que antes era um hábito de parte da classe média brasileira acabou sendo aprovado por educadores e psicólogos, pois desenvolve o senso de responsabilidade e conseqüência de cada ato, isto culmina na formação da cidadania.

Os pais devem estipular para o filho qual será sua renda mensal, o ensine a dizimar; ofertar e a gastar com responsabilidade. Um exemplo é um filho em idade escolar que necessita do lanche na hora do intervalo e os pais estipulam para isto um gasto de R$ 40,00 (mensais), observe que com este valor ele não poderá comer um salgado e tomar um refrigerante por dia, será necessário a boa administração e escolhas corretas para que o dinheiro não acabe antes do fim do mês. Observe:
· Vida Financeira educativa é onde temos a possibilidade de errar e acertar;
· Quando o jovem já entende o princípio, faça-o participar do orçamento com idéias (no futuro eles terão como praticar aquilo que aprenderam);
· O oriente e o elogie em cada atitude (a cobrança em exagero pode gerar medo de errar e então cria-se um adulto sem iniciativa) e
· Abençoe a vida financeira de seu filho.

1.3. Entendimento Assertivo

Como filhos e filhas de Deus sabemos que não somos convidados a ser o dono do mundo; o senso de consumismo não deve fazer parte da nossa rotina de vida. As nossas finanças devem refletir a dependência de Deus (Texto da oferta da viúva pobre).

Coloque em prática:
· Dizimo (com fidelidade);
· Administração participativa;
· Coerência entre: entrada e saída;
· Gastos planejados e
· Honre seu cônjuge sendo fiel na administração (não suje o nome de sua família).


II. Inclusão: Famílias e Igreja Acolhedora (I Tessalonicenses 5: 14 – 15)

O diálogo da inclusão social tem sido feito entre as empresas e em outros setores da economia mundial, mas, é motivo de descaso nas Igrejas. A proposta é que cada família da Igreja seja solidária para com os casos que fogem ao ideal familiar. O acolhimento revela o seu serviço ao mundo e o seu aspecto curativo, as soluções devem ser guiadas pelas escrituras.

Lembre-se que a prática da família-igreja acolhedora nos ajudará a entendermos as debilidades do próximo, nos tornando mais sensíveis e perceptíveis aos seus problemas e angustias e também na efentaulidade disto acontecer no nosso circulo familiar, poderemos ser guiados sabiamente a resolver estes problemas.

2.1. Mãe Solteira

A nomenclatura já soa como descaso, a condição geralmente não é escolha da mãe e sim a conseqüência do abandono da paternidade. Pense que a mulher cristã ou não, já está penando por causa de seu erro e não necessita da acusação. Como igreja somos chamados à cura da alma e dos sentimentos, promovendo a restauração e levando o perdão de Deus.

Conselhos a Igreja:
Indique o caminho para uma vida familiar aos pés da cruz;
Leve mãe e filho a se sentirem bem recebidos;

Conselho a mãe:
O seu erro, da relação sexual antes do casamento, deve ser confessado e Deus lhe perdoará;
Ame o seu filho como fruto de seu amor e não projete nele o insucesso da relação;
Deus proverá a necessidade do pai, e renovará a sua força para o desenvolvimento de seu filho;

Para Deus o valor esta nas pessoas que lhe reconhecem como Senhor e Pai, isto significa viver uma vida renovada dirigida pelo Espírito. Igreja, reconheçamos o valor das pessoas, como Deus as vê, cuidemos integralmente e suportemos os erros. Sendo um só corpo somos chamados à alegria e ao sofrimento juntamente e não deixarmos de lado aquilo que não se relaciona diretamente com a minha vida.

2.2. Pais Separados

Neste ponto não trataremos da legitimidade ou não do divórcio, e sim da conseqüência no lar e sua relação com a Igreja. Geralmente temos a nossa volta cassais que separaram por diversos motivos: Incompatibilidade; agressões verbais; agressões físicas e etc. A nossa preocupação se relaciona com a discriminação que ainda há a este estado social, e a dificuldade de relação continuada quando a relação tem o fruto, um filho ou uma filha.

Receber as pessoas não significa ignorar as dificuldades que podem surgir desta situação, não é se conformar e tornar o divórcio um modelo corriqueiro. Significa: entender; socorrer; auxiliar e amar.

O comportamento dos pais separados preocupa-nos, pois, em alguns casos tem havido a intolerância para com as visitas, deixando assim a criança sem a presença que ela quer. Algumas dicas:
· Não fale mal do seu cônjuge para o seu filho (a);
· Mostre que ele (a) deve honrá-lo (a);
· Estimule a relação para que possam ser bons amigos;
· Deixe que possíveis erros sejam resolvidos entre eles;
Fazendo assim você estará agindo com prudência e restaurando o respeito fraternal entre vocês e seu ex-conjugê, estimulando o relacionamento com o filho, edificando o sentimento entre ambos.

2.3. Filhos Órfãos (Êxodo 22:22 – 24; Tiago 1:27)

Neste momento parece haver menos discriminação, e sim um sentimento de dó, sendo este um sentimento igual ou pior que a discriminação, pelo resultado que provoca. O sentimento deve ser de compaixão, que nos leva a ação fraterna e paterna (se for o caso). Durante anos as famílias cristãs esqueceram-se da adoção, mas isto tem mudado com esta geração, e existem comportamentos que podem mudar ainda mais, exemplo:
Estruture a sua família para o socorro dos órfãos;
Participe de projetos como pais sociais;
Participe de projetos como pais de fim de semana;
Adote financeiramente uma criança e ajude no processo de formação da cidadania;

Aos filhos que vivem este contexto, saibam:
Que Deus suprirá a sua carência emocional;
Viva com os pais que lhe adotaram como filhos amados e obedientes, pois foram agraciados com pessoas que lhe amam e tornaram-se sua verdadeira família;
Lembre-se de ter um coração perdoador em relação aos pais biológicos, e esta ação livrará o seu coração de todo rancor (motivos para serem perdoados: abandono; agressão e abuso sexual.)


III. Orientações

Estas orientações são para a observação e prática. Quando recebemos uma orientação devemo-nos avaliar e reconhecer as estruturas que devem ser modificadas. Geralmente alguns erros tendem a se repetir quando não estamos atentos à gravidade que ele trás.

3.1. Papeis

Na criação Deus criou homem e mulher, o homem criado primeiro e a mulher posteriormente, foram feitos para se completarem. “Quando Deus criou o homem e a mulher (Gn. 1:26 e 2:22), Ele capacitou cada um com qualidades que eram necessárias ao outro, a fim de que os dois se complementassem e não competisse um com o outro. Cada qualidade ou habilidade traz consigo a responsabilidade de desempenhar um determinado papel. Se um dos cônjuges não desempenha seu papel ou coloca sobre o outro suas responsabilidades, faz com que seu companheiro se sobrecarregue em funções não fazendo nem suas próprias funções”[1].

Papéis do Homem:
Líder (I Co. 11:3 e Pv. 13:16)
Protetor (I Co. 7 :3-5)
Amante (Ef. 5:25-28)
Perdoador (Mt. 6:14,15)
Provedor (Gn. 3:19; I Tm. 5:8; Dt.6:6-9)
Intercessor (hb. 3:13; Tg. 4:7; 5:16)

Papéis da Mulher:
Submissão (Ef. 5:22-24)
Apoiadora (I Pe. 3:1,2)
Auxiliar/Companheira (Gn. 2:18; Pv. 31:10-12)
Administradora (Pv. 31:13-30)
Perdoadora (I Jô. 4:19-21; Jô. 13:35)
Intercessora/Discernimento (Ef. 6:18; I Ts. 5:17)

3.2. Comunicação Eficiente

“Uma boa comunicação pode se basear em alguns princípios como:
Seja sempre sincero e transparente com os outros;
Escolha o tempo certo para falar;
Não brigue na frente dos filhos;
Fale sempre a verdade em amor (Cl. 3:9; Ef.4:25)
Não use o silêncio como manipulação;
Não agrida verbalmente os outros;
Pense antes de responder;
Não responda com raiva, evite explodir;
Faça elogios, evite críticas;
Preste atenção no seu filho quando ele fala, que ele prestará atenção quando você fala”[2].

CONCLUSÃO.

Para ter um ambiente agradável em casa é necessário o diálogo aberto sobre tudo que envolve a todos e a cada um individualmente. Pense na prática do ajuste financeiro como algo indispensável, pois uma vida financeira descontrolada poderá provocar brigas, que podem ser evitadas. Outro aspecto inevitável é tornar o lar receptivo aos que necessitam de auxílio, quando nos comprometemos como família a este comportamento, com certeza estaremos deixando de lado a indiferença e valorizando a humanização.

Pais, não deixem de assumir aquilo que Deus lhe concedeu. Os papéis são inevitáveis para uma relação genuinamente cristã. Os execute e não seja omisso. Na condução de seu lar lembre-se de que olhos abertos, ouvidos atentos e sensibilidade para captar os perigos, formam a nossa parte nesta tarefa. Mas, é Deus quem cuidará para que nenhum mal nos suceda.
[1] CUSTÓDIO, Sarah Paula de Oliveira. Vida Familiar. p.4
[2] CUSTÓDIO, Sarah Paula de Oliveira. Vida Familiar. p.11

segunda-feira, outubro 23, 2006

A Vida Familiar do Discípulo (Parte I)

Autor: Prof. Gustavo Custódio

Texto Base: Efésios 5:22 - 6:2

Introdução

Um dos assuntos mais abordados em encontros eclesiásticos é sobre família. Tanto líderes como o novo convertido tem encontrado dificuldades do desenvolvimento dos laços matrimoniais e na educação dos filhos. É por este motivo que o crescimento e a maturidade cristã deve ser integral. Quanto aos filhos em seus relacionamentos com os pais, ve-se que nem a educação dos filhos nem a honra aos pais tem sido, praticada.

A corrupção no lar vai desde a inversão de papeis, desonra, infamea, imoralidade, traição, omissão e etc. E isto não esta acontecendo fora dos ditames da igreja, mas dentro dela. Conformando-se com os padrões corruptos desta geração.

I. A Relação Conjugal

Segundo o livro de Gênesis capítulo 2: 4 – 25 revelam um padrão excelente para a família, com a qual Deus fez uma Aliança perpétua, de amor e compromisso. Nunca devemos nos esquecer que a Aliança veio acompanhada de um relacionamento puro e verdadeiro. Veja alguns exemplos:
O homem é chamado a relação a dois e põe fim a solidão (v.18);
A mulher é formada com características que honram a Deus e fortalecem a relação conjugal : auxiliadora e idoneidade (v.18);
A mulher é formada da mesma carne, e criada para andar ao lado (v.21 e v. 23);
A aliança é uma relação de cumplicidade para com o cônjuge, e uma relação saudável para com o Criador (v.24);
A sexualidade sadia não lhes trazia vergonha (v. 25) – esta vergonha só vem após queda, quando ambos se escondem tanto um do outro com de Deus.

1.1. Amor, Respeito e Confiança.

Ao observarmos a relação de nossos primeiros pais (Adão e Eva) e a relação Cristo e a Igreja temos a visão genuína do propósito de Deus para com a família. Uma das perguntas que os casais mais fazem é como manter a relação saudável durante tanto tempo? Como manter o mesmo clima do início da relação? É possível viver uma eterna lua de Mel? Para estas respostas são necessárias algumas observações:
· Uma relação saudável só será mantida durante um longo tempo quando ambos viverem o compromisso do amor altruísta e do perdão incondicional;
· Outro aspecto é que não existe casamento perfeito e sim, uma relação em eterna construção, se estamos sendo transformados dia após dia, isto refletirá no nosso relacionamento, e a intimidade deve gerar respeito;
· Alguns inimigos que o casal necessita vencer juntos por causa da falta de confiança são[1]:
o Vergonha;
o Medo;
o Traição;
1.2. A Aliança como Padrão de Deus para a Relação.

A aliança vai além de um mero acordo (ou contrato), ela é baseada em um compromisso soberano e inesgotável. Este compromisso firmado diante de Deus e dos homens não é vinculado em cláusulas de cumprimento, ou de exigências. Por estar firmado nos valores de Deus a família se compromete a:
· Homem: amar e demonstrar o amor (comparado ao ato de Cristo);
· Mulher: amar e demonstrar o amor (como a Igreja em relação a Cristo);
· Homem e Mulher:
o Conversa aberta;
o Coração perdoador;
o Vida sexual saudável e ativa;
o Compromisso financeiro que honre o cônjuge;
o Vida social e cultural que construa valores;
o Vida espiritual ativa;

1.3. Direitos e Deveres.

Segundo o modelo de família da aliança, ambos tem deveres e também direitos. Isto não deve ser lembrando em constante cobrança acusativa e sim um modelo eficiente e a rota a seguir na relação. Em primeiro lugar os deveres em relação a criação de Deus:
· O dever do cuidar (ecologia);
· O dever de construir, de cultivar (vida produtiva);
· O dever de obedecer (vida espiritual);

Em segundo lugar os deveres e direitos de ambos na relação conjugal:
· O dever de amar;
· O dever de falar palavras doces;
· O dever de agir em proteção;
· O dever de suprir;
· O dever de vigiar a relação; (inimigos internos[2] e externos[3])
· O direito ao amor;
· O direito ao respeito;
· O direito a honra;

II. A Relação Pais e Filhos. (Pv. 1: 8 – 19)

Parece que a cada dia a educação no lar tem sofrido ataques em todas as áreas, na disciplina e no comportamento social. O papel dos pais como educador tem sido minimizado para que a criança não possa ser direcionada na sua conduta.

As respostas austeras, o desleixo e a falta de respeito tem invadido os lares cristãos. Não há mais restrições e limitações de linguagem, comportamento e tudo passou a ser legal. Os pais se ausentam da sua responsabilidade, entrando na onda: O mundo esta mudando!

2.1. A Conduta dos Pais

Os comportamentos mais comuns são os extremos, na busca dos valores agora derrubados os pais se tornaram ameaçadores ou descuidados na sua função e que ninguém poderá substitui-la de igual modo. Veja ambos os comportamentos:
· Os pais ameaçadores:
o Fazem restrições exageradas;
o Não explicam a razão das restrições;
o Esta vinculada ao autoritarismo;
o Empobrece as experiências de vida de seus filhos;
o Os tornam dependentes de sua centralidade;

· Os pais descuidados:
o Não colocam limites;
o Deixam os filhos no clima de tudo pode;
o Não estão atentos aos sinais de ameaças;
o Negligenciam o papel de intercessor;
o Gera insegurança no Filho;

2.2. A Conduta dos Filhos

O comportamento do Filho deve estar vinculado ao princípio da honra, seja quem for seus pais. A honra leva como principio a representação digna de mérito ao nome representado, quer dizer que o comportamento do filho reflete a honra ao pai. Exemplos:
Quando o Filho vai bem na escola ele honra seus pais;
Quando ele reprova desonra seus pais;
Quando o Filho se desvia das drogas ele honra seus pais;
Quando ele entra no caminho do vicio ele desonra seus pais;

Dicas para um melhor entendimento entre pais e filhos:
Filhos:
Honre os pais não cristãos (o seu testemunho é elemento vital);
Honre os pais cristãos (como exemplo de um lar integro);
Desvie-se do mal;
Escolha o bom caminho;
Responda com sabedoria;
Sirva aos pais com amor;

III. A Relação Familiar e Deus. (Jó 1: 4 – 5)

Quando pais e filhos vivem em elo fraternal, quando os pais possuem uma conduta de amor na relação, quando o filho reflete o carisma de seu lar, a sociedade que nos cerca sofrerá um impacto positivo no testemunho dos lares cristãos. Implicitamente a família da aliança é dirigida pelo espírito de prudência e sabedoria, colhendo o fruto de tal relacionamento.

3.1. Pais: Exercendo a Autoridade Espiritual.

Pais não se omitam a serem guias para a vida espiritual de seus filhos, os direcione para um relacionamento com Cristo, por mais que ele ainda não tenha tido esta experiência a palavra de Deus no seu coração será como semente pronta a germinar. Exerça autoridade:
Conduzindo-os a uma relação de amor;
Fortalecendo a intimidade com Deus;
Resistindo as corrupções do inimigo;
Ensinando o espírito de gratidão;

3.2. Filhos: Integridade, Honra e Amor.

Aos filhos as escrituras revelam a sua postura de submissão, para que com um comportamento honroso sua vida deve refletir o caráter de Cristo. Pratiquem:
Um diálogo de respeito;
Dedicação aos estudos e ao trabalho;
Obediência;
Perdão (os pais também erram, sejam eles cristãos ou não);
Ame!

3.3. A Celebração Familiar

A celebração familiar ficou muito conhecida através do modelo de culto familiar; ou nos Estados Unidos como estudo do catecismo. Em nosso país a conotação recai sobre o momento em comum, com uma reflexão bíblica acompanhada de um período de oração. Algumas dicas para a Celebração:
É o momento de aprender com as escrituras;
A reflexão em família não deve ser usada como uma arma de ofença;
Promova o crescimento e o interesse dos mais novos;
Oportunidade para todos;
Mantenha uma constância (é hora de criar o hábito e não permitir que qualquer outra programação ocupe este espaço);


CONCLUSÃO.

Quando Deus projetou o reino da criação, instituiu o ambiente familiar para que todos os homens aprendesse a convivência diante D’Ele. A célula mater da sociedade deve ser mantida e crida, as portas do inferno não há de prevalecer sobre o relacionamento conjugal e nem sobre os filhos.

Deus nos dá uma ordem: Orare e Labutare!
[1] Nota para o Docente: Isto pode ter sido gerado por uma seguência de erros já vividos e que endurece o coração e embrutece o relacionamento. Eu devo despertar no meu cônjuge a segurança e a confiança com atitudes de filho de Deus, que resiste a tentação e foge da aparência do mal.
[2] Exemplos de inimigos internos: mal entendido; falta de comunicação; desejos antagônicos; falta de perdão; construção de um coração enrijecido por causa de palavras duras e etc.
[3] Exemplos de inimigos externos: A ação de um intruso na relação; ofertas da tentação; ação satânica contra a família e etc.

terça-feira, outubro 17, 2006

LIÇÃO PARA E.B.D. - PUREZA NA VIDA DO DISCÍPULO


Texto Base: Filipenses 4: 8 - 9.


Introdução

O termo puro ou pureza no Antigo e Novo Testamento revelam a relação do fiel com o Espírito da Santidade, o ser separado das contaminações com o paganismo. A pureza pode ser moral e social mas, ela deve estar alicerçada no espiritual, de onde deriva o bom ou mal procedimento. Geralmente o termo se associa via justiça e injustiça.

Em todos os tempos da história da Igreja movimentos se levantaram dentro de um sistema enriquecido para falar de uma prática adequada ou pura. Alguns exemplos que podem ser citados são: a vida monástica; os místicos (morávios o mais conhecido deles), geralmente vinham do meio popular ou do baixo clero que estavam inconformados com a prática pastoral, ou com o desvio de conduta moral das autoridades eclesiásticas.

I. Pureza no Coração

As escrituras falam do coração do homem em estado de depravação, de seus desejos lascivos e pecaminosos (Gn. 6:5; Pv. 6:14), também fala do seu coração que anela ao Senhor e que espera N’Ele (Pv. 4:4; Sl. 51:10). Pós-queda Edenica o homem se corrompeu deixando o seu estado original (como Deus o havia criado) passando a viver sua vida guiada por um coração apartado de Deus e longe de ver naturalmente o seu propósito para a vida.

Sendo o Coração a fonte de seus desejos, ele agora passa a praticar as imoralidades dantes desconhecidas. Seus desejos não podem ser controlados porque o parâmetro para tal controle se perdeu. As mãos e o coração puro só pode ser concedido via graça divina, o homem pecador encontrará real propósito de vida se Deus revelar-se a Ele (via palavra).

1.1. Fruto da Conversão

Não havendo transformação, aquela transformação do homem que antes não podia deixar de pecar, pois esta era a sua natureza e desejo, para uma natureza em identificação com Cristo. Unidos a Ele pela sua vontade, e separados para Deus a fim de glorificá-lo e goza-lo para sempre. Todo homem natural não pode se identificar com a pureza, mas todo aquele que é nascido do Espírito, este é capacitado a praticar uma conduta irrepreensível (Tito 2: 14).

1.2. Operação transformadora que caminha juntamente com a santificação.

A transformação que Deus opera em nós pode ser vista na carta a igreja de Éfeso 2:1 – 10. Estávamos em trevas e éramos identificados como trevas e nossas obras testificavam das trevas, mas Deus, mudou a nossa natureza, a realidade de vida que culminava para a morte. A ação do Espírito que aplica a nós povo de Deus a obra da redenção, nos deu vida, para a vida e que nossas obras testifiquem desta vida. O coração do converso agora é disposto a mudar os seus hábitos por causa da Santidade, e isto se revela no seu procedimento. (Efésios 4: 25 – 32)

1.3. Patrulhando o Coração.

Para reconhecer as obras e o procedimento puro, fruto de uma vida íntegra é necessário à observância da palavra. O homem deve sempre policiar o seu coração para que em todo o tempo ele permaneça sob o senhorio efetivo de Cristo Jesus. Algumas dicas são importantes para esta prática:

· Guarde a palavra de Deus no seu Coração;
· Reflita um pensamento transformado (consciência limpa, pura);
· Peça a Deus que sonde o seu interior.

Quando estamos patrulhando o nosso coração, provavelmente encontraremos áreas em desacordo com a vontade de Deus, isto não significa o fim da vida cristã e nem o perder a salvação. Somente o cristão tem este sentimento de inconformidade com o pecado, e isto acontece porque ele não o deseja e trava uma luta diária no seu interior. Neste momento de conflito é necessário se reerguer e começar a trilhar o caminho da Santidade e da pureza. (Sl 51:2)

II. Pureza no Entendimento

Uma das áreas que a humanidade tem dificuldade de vencer é o renovar do pensamento, do entendimento. Deve-se observar que enquanto éramos trevas, pensávamos como filhos das trevas, mas existe uma renovação espiritual para o nosso entendimento. O Apóstolo Paulo orienta a igreja de Filipos a pensar, é necessário o pensar com pureza, refletir sobre o conteúdo das sagradas escrituras e meditar.

Uma pergunta crucial a esta altura é: Com o que estamos alimentando o nosso entendimento? O texto de Hb. 10:22 fala de um purificar da má consciência, quando Gn. 1:1 inicia-se sob o termo: “No princípio criou Deus ...”, percebe-se a necessidade de uma mentalidade crédula, se alguém inicia a sua leitura bíblica crendo que isto é verdadeiro, é provável que ele venceu a barreira das especulações humanas.

2.1. Renovação do Entendimento

A renovação do entendimento tem tudo haver com a nossa nova natureza, Romanos 12: 2 revela o propósito da renovação do entendimento. Aquele que é converso a Cristo ira conhecer a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. E ela se torna agradável somente a estes pois para o mundo ele é loucura, o abandonar a concupiscência intelectual deste mundo, o ter uma nova mentalidade é a sabedoria que vem do alto.

Para um estudante deve ser difícil lutar contra: o evolucionismo; a ética relativista e o pluralismo. Mas o entendimento Cristão muda a consciência fruto de uma falta de fé, para a mentalidade crente no criacionismo, na ética absoluta e em uma mensagem cristocentrica. Isto é um fruto de um entendimento puro.

2.2. Consciência Pura X Consciência Cauterizada

Este é o grande desafio de uma mentalidade cristã em uma sociedade não-cristã, a dualidade de postura é expresso em Tito 1:15. Há alguns motivos para que esta relação seja realmente discrepante, primeiro que a mentalidade cauterizada não possuí nada como puro, segundo porque a sua mente e o seu entendimento estão corrompidos. Costuma-se dizer que esta consciência é dura por fora e oca por dentro, é uma ferida, em conseqüência da separação para com Deus.

Já a consciência pura reflete a cura da insensatez e o aprendizado constante em uma vida discipular. Ele possui conteúdo, e sempre que seus ideais confrontarem com as escrituras ele é convidado a mudanças. Ele é nascido do Espírito.

2.3. Tendo um entendimento espiritual.

Para possuirmos um entendimento espiritual, que é o entendimento puro e sábio devemos:

Nascer de novo;
Alimentar-se da palavra;
Ter uma vida piedosa;
Viver por Fé;

Sem estes passos é impossível desenvolver um entendimento espiritual, pois se estará falando daquilo que não há conhecimento e nem prática. Um entendimento espiritual depende da dependência que temos D’Ele.

III. Pureza no Comportamento

A vida comportamental é onde refletimos o que somos, os valores são colocados em prática e ai sim, temos o conhecimento dos hábitos e tudo o mais que norteia a vida do indivíduo. Apesar do comportamento poder ser mascarado durante um tempo e diante de um grupo específico, não haverá possibilidade que isto dure muito tempo e logo a conduta verdadeira se revelará.

Em um comportamento puro o indivíduo é convidado a refletir aquilo que ele é, sabendo que isto não serve de desculpas para lemas como: “eu nasci assim e vou morrer assim”. A mudança que reflete o encontro com Cristo é revelada no homem integral, o seu caráter é transformado.

3.1. Relacionamentos Genuínos.

A relação com o próximo deve relevar algumas características essenciais para a pureza, como: altruísmo; coração perdoador; respeito; tolerância e etc... O relacionamento genuíno esta baseado nos dez mandamentos, a lei moral é dada como regra de conduta, mas o comportamento com o próximo extravasa os mandamentos e chega até ao evangelho do Senhor Jesus.

Quando se observa a relação discípulos e Cristo, vemos que Ele trabalhou as peculiaridades de cada um, mudando os conceitos que deveriam ser mudados e dando ênfase às qualidades que deveriam ser ressaltadas. (João14: 1 – 14)

3.2. Gera Fruto Permanente

Quando um cristão faz discípulos e os revela o seu comportamento amoroso que é fruto da ação do Espírito em nós, ele será um fruto permanente. A diferença no relacionamento cristão é que ele foca a transparência, a ausência de mascaras e estimula o crescimento moral.

Há dois tipos de fruto que devem permanecer: o primeiro é o fruto do Espírito o segundo é o fruto gerado pelo discipulado.

3.3. Produz uma Ética Social Saudável

As características do comportamento cristão puro podem ser resumidas em:

Atender as necessidades espirituais;
Atender as necessidades físicas;
Atender as necessidades emocionais;
Socorrer os necessitados;
Submissão aos líderes temporais;

Dessa forma estaremos nos envolvendo na sociedade para influenciar o meio onde vivemos, ajudando a cada indivíduo e a nação. O povo de Deus deve impactar a sociedade com ação de transformação social.

CONCLUSÃO.

A relação converso – pureza; deve caminhar no centro da nossa relação com o próximo e com o nosso Deus. Colocar em prática estes princípios que conhecemos já a algum tempo é o desafio. Promova pessoalmente o renovar do seu coração; entendimento e comportamento. Não permita com que satanás vença sobre a sua moralidade, lembre-se: a casa que é construída sobre a rocha, permanece. Cristo tem a pá na mão e limpará toda a eira e dará destinos diferentes a palha e ao trigo. (Lucas 3: 17)

terça-feira, outubro 10, 2006

LIÇÃO PARA E.B.D. - INTEGRIDADE.

Texto Base: 2 Crônicas 19: 4 - 11

Introdução

Quando observa-se o comportamento social contemporâneo, fica visível os valores que norteiam as famílias e os indivíduos. A transmissão de valores corrompida também segue sua influência no cenário acadêmico, onde Cristãos são motivados pelos grupos de interesse a negar os seus princípios de vida. Com um comportamento relativizado, o mundo moderno deixou de lado os valores absolutos, sabe aquilo que antes escutávamos de nossos pais? Não toque nisto, não pegue aquilo, isto é certo, isto é ruim e etc. Acabou. O período é marcado por: faça aquilo que lhe der vontade; não se importe com o outro; em vez dos outros tirarem vantagem de você; tire você vantagem do outro e por ai segue.

A Igreja tem estado tão preocupado com a integração social que em alguns casos começou a abrir mão das verdades bíblicas, tomando assim a forma do mundo. A integridade de vida comportamental, deu lugar a multiplicidade de interpretação na conduta ética e moral. O lema passou a ser: “Cada indivíduo, uma ética.” Olhando para o cenário político-religioso que envolvia a nação de Israel eles tinham passado por um período de esquecimento dos princípios que regem uma vida íntegra, e são corrigidos pelo Senhor, no texto em questão o cenário já é de correção da nação, o Rei começa a mudar o cenário e a cobrar o que vem antes de qualquer integridade pessoal, o Temor do Senhor.

I. A Integridade é baseada nas veredas antigas. (v. 4)

Observando a história de Israel é fácil constatar que a integridade estava ligada a observância da Lei do Senhor. Sempre que o povo desviava-se desta Lei eles caiam em iniqüidades, e este parece ser o antônimo para integridade. Deus não abandonava o povo mas os disciplinava no seu amor, chamando-os a observarem o exemplo de seus antepassados. (Jeremias 6: 16)

1.1. Firmando Propósitos

Voltar os olhos ás veredas antigas é não ignorar os fundamentos outrora lançados, o homem íntegro observa o seu caminho a luz do que Deus fez, está fazendo e fará. Aos mais vividos fica o convite a não desviar os olhos: da palavra, da experiência de vida com Deus e com isto admoestarem os mais moços para a inteireza de seu caminhar. Aqueles que iniciam a vida cristã fica o convite para: o progredir no conhecimento do Senhor (Oséias 6:3), observar os preceitos de Deus e seguirem em processo de transformação vivificadora, que procede da graça de Deus e redunda em vida.

1.2. Estabelecendo Critérios

Na caminhada com Cristo a integridade de vida deve ser derivada do próprio Deus (Salmo 25:4 – 5). Em vez do engodo da soberba, o servo é um aprendiz, consciente de sua limitação e totalmente dependente de seu Senhor. Examinar a prática pessoal a luz das escrituras pode levar a um amadurecimento de convicção, onde o erro ou a transgressão não é vista como desejável e sim o obedecer, o acertar o alvo o agradar a Deus.

1.3. Removendo Obstáculos

Para viver a integridade dia após dia é necessário abandonar ou remover as seguintes atitudes:
· Injustiça;
· Infidelidade;
· Mentira;
· Falsas justificativas;
· Soberba;
· Insensatez;
· A falta de fé;

II. A Integridade é fundamentada no Temor do Senhor. (v. 7)

O temor está associado ao comportamento de integridade como o seu fundamento. Não há integridade se a observância das escrituras não vier acompanhada de plena reverência ao Senhor da Palavra. Geralmente o temor é genuíno quando olhamos para a revelação de Deus e vemos quem Ele é, e, quem nós somos. Está visão bíblica nos coloca em nosso devido lugar, e o temor nos ajuda a um procedimento de servo varonil.

2.1. Razão para o temor que fundamenta a integridade.

A razão para temermos a Deus se encontra em Lv. 25:17; quem Deus é deve gerar no converso o sentimento expresso em ações, no caso do texto de Levítico este temor deveria ser visto no relacionamento com o próximo. Todo comportamento que fosse em acordo com a Lei, estava alicerçado na plena vontade do Senhor. As duas facetas de uma vida íntegra pode ser observada neste texto, primeiro: A obediência ao Senhor; segundo: O amor aos homens.

2.2. A relação: Temor, Sabedoria.

A integridade cristã não está firmada na sabedoria do mundo, mas, procede do trono da graça, é a sabedoria que vem do alto. O Salmista revela no Salmo 111: 10 que o temor, principia ou antecede a sabedoria. Na continuação do texto revela que esta relação temor – sabedoria, é vinculada a prática dos preceitos de Deus. Parece lógico a relação daquele que crê com o temor a quem se crê, a sabedoria que D’Ele procede me faz praticante das suas ordenanças, Provérbios 1:7.

2.3. Trilhando o caminho da integridade via o Temor do Senhor

Para trilhar este caminho observe alguns princípios que redundam em vida, são mandamentos e por procederem do Senhor, expressam a sua vontade:
· Observe a sua palavra;
· Dê a Deus a glória devida ao seu nome;
· Pratique no relacionamento diário as boas obras;

Obs: A igreja primitiva era marcada pelo temor – At. 2: 43; o relacionamento humano era marcado pelo temor – Ef. 5: 21; a caminhada cristã era marcada pelo temor – I Pe. 1:17.

III. A Integridade é associada a fidelidade (v.9)

O termo fidelidade pode ser entendido como incorruptibilidade na fé que lhe é proposta, ou estar associada a devoção incessante. No texto a sua ligação é com o serviço prestado a comunidade, e qualifica a prática do serviço fiel. Homens que estejam a frente do povo para os conduzir, devem fazer isto com inteireza, a sua medida deve ser justa, diferente do comportamento farisaico. Não deve ser um colocar de um fardo opressor, e sim, paramentado no amor Cristão.

3.1. Servindo com Fidelidade a Comunidade da Fé.

Um comportamento íntegro e fiel deve nortear a vida ministerial. Homens que sirvam zelosamente a aqueles que se achegam a comunidade, recepcionando – os, confortando-os, edificando-os e os conduzindo a guardarem o mesmo procedimento. A fidelidade a Deus nos torna servos melhores, os homens verão que este comportamento se identifica com o do mestre, e a comunidade não será vazia, mas transformadora.

3.2. Fidelidade no Serviço ao Mundo.

As obras cristãs não são voltadas somente para os seus seguidores ou praticadas nos seus templos. Elas extravasam qualquer barreira, seja ele cultural, política ou social. Homens Fiéis honraram o seu Deus onde e como eles estiverem e suas marcas ficaram no mundo como testemunho de fé ao Deus a quem servem.

O serviço ao mundo deve ser:
Na palavra de Deus;
Pela palavra de Deus;

3.3. Alguns parâmetros para a Fidelidade.

Observe que o modelo cristão é Cristo, seus seguidores devem ser íntegros como Ele é, e Fiel como Ele é. Alguns parâmetros da fidelidade cristã podem ser observados no sermão do monte, onde Cristo ensina aos seus seguidores qual é o padrão do reino. Outro modelo de fidelidade pode ser obtido em um estudo sobre a vida de Daniel, que passou duros pesares por causa da inflexibilidade de sua fé.

Observe os seguintes parâmetros:
Tito 2:7 e Mateus 6: 1 – 6
Diligência;
Prudência;
Constância na comunhão com Deus;